Entre dinheiro para o Porto de Mariel -de onde sairam 150.000"marielitos" em 1980 -e financiamentos garantidos pelo Camex, o Brasil já colocou U$ 1 bilhão em Cuba. Mariel está sendo construído pela Odebrecht, a sempre Odebrecht, grande parceira e financiadora de campanhas do PT. Dilma está viajando amanhã e não vai falar de direitos humanos com o ditador assassino Fidel Castro. As prisões de Cuba estão cheias de presos políticos e hoje é domingo, dia das Damas de Blanco apanharem da polícia. Na última vez que um presidente brasileiro visitou a ilha-prisão, um oposicionista morreu de greve de fome, enquanto um embevecido Franklin Martins e Lula deliciavam-se com charutos e rum à beira da piscina de Fidel. Dilma, assim como Lula, também voltará de lá com as mãos sujas de sangue...
""Barbárie" foi o assassinato de Celso Daniel. E "terrorismo" o assalto ao cofre do Adhemar. Reage, Alckmin,deixa de ser frouxo...!
Um dia depois de a presidente Dilma Rousseff qualificar de 'barbárie' a reintegração de posse de um terreno no bairro Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), os ministros da Secretaria-Geral de Governo, Gilberto Carvalho, e da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, voltaram a criticar a operação da Polícia Militar de São Paulo, nesta sexta-feira, em Porto Alegre, onde participaram de atividades do Fórum Social Temático. A desocupação, feita no domingo, retirou 1,6 mil famílias de um terreno devolvido pela Justiça à empresa Selecta.
A frase foi dita por Dilma em uma reunião fechada com movimentos sociais em Porto Alegre. Carvalho e Maria do Rosário concordaram com a palavra 'barbárie'. 'O que se viu no Pinheirinho, como nós vimos, foi um grande aparato militar, preparado e executado. Não foi seguido do ponto de vista de reacomodação das pessoas. Tudo aquilo poderia ter sido evitado se uma solução para aquela gente já tivesse sido viabilizada', avaliou Carvalho. 'Não se trata de contestar decisão da Justiça, mas de dialogar com a Justiça, que é sensível a soluções negociadas.'
O ministro também rebateu acusações de integrantes do PSDB que o acusaram de transformar a reintegração de posse em questão eleitoral. 'Lamento que se tente tergiversar a realidade', disse. 'A realidade são militares violando o direito daquelas pessoas, o terrorismo para cima daquelas pessoas', comentou, para lembrar que o secretário nacional de articulação social da Secretaria-Geral da Presidência, Paulo Maldos, estava no terreno porque havia a promessa do prefeito Eduardo Cury (PSDB) de que haveria diálogo (leia texto nesta página).
O ministro insistiu que 'de maneira alguma' o governo federal procurou dar qualquer característica eleitoral ao episódio e manifestou respeito pelo governo de São Paulo. Também revelou saber que o governo paulista está tomando algumas iniciativas para reassentar as famílias e disse que o Ministério das Cidades tem se colocado à disposição.
Para Maria do Rosário, não é necessário produzir qualquer outro termo que não 'barbárie' para definir o método de desocupação. 'Houve violação dos direitos humanos não apenas na operação, na destruição das casas, mas também na falta de preparação de um lugar para as pessoas ire.' A ministra acredita que a juíza que determinou a desocupação desconhecia a negociação que havia sem se preocupar com a retaguarda necessária para salvaguardar o direito das famílias.
São Paulo. Para o presidente do PSDB paulista, deputado estadual Pedro Tobias, as declarações da presidente Dilma Rousseff sobre a ação de desocupação da Polícia Militar na Comunidade do Pinheirinho são 'estranhas'. 'Como presidente da República, ela poderia ter desapropriado o terreno com um decreto. Se não gostou da decisão da Justiça (que ordenou a desocupação), é só desapropriar', afirmou Tobias.Segundo ele, Dilma adotou a 'tática que o PT sempre tem em períodos eleitorais: não faz nada e quer tirar casquinha'.
Já o governador Geraldo Alckmin, questionado acerca das críticas da presidente, contemporizou e afirmou apenas que 'ordens judiciais precisam ser cumpridas'. 'Não vou fazer nenhum comentário, até porque não ouvi isso da presidenta', disse. Ele ressaltou, contudo, o 'compromisso do Estado com as famílias' desalojadas. 'Todas elas serão abrigadas. Já assinamos convênio, todas vão participar do aluguel social, R$ 500 para cada família, já vão para os imóveis a pelo governo.' (Do Estadão)
O governo decidiu demitir ontem o diretor-geral do Dnocs (órgão federal de combate à seca), Elias Fernandes, após receber ameaças do PMDB, que tentava mantê-lo no cargo. A ação também "atropelou" Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional), que comanda ministério ao qual o órgão é subordinado.A demissão foi uma reação às declarações do líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), padrinho político do diretor do Dnocs. Em entrevista à Folha ele disse duvidar que o governo brigaria com "metade da República" e "com o maior partido do Brasil". O governo começou a cogitar tirar Fernandes do cargo depois que veio a público um relatório da CGU (Controladoria-Geral da União) mostrando desvios de R$ 192 milhões na estatal. No início da semana, o ministro Fernando Bezerra, pressionado pelo governo, confirmou que haveria mudanças no órgão, o que levou Eduardo Alves a sair em defesa do afilhado. Mas, em dezembro de 2011, segundo documento obtido pela Folha, o ministro trabalhou para segurar o peemedebista no Dnocs. Na época, ele encaminhou um ofício para a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) dizendo que, após analisar relatório da CGU, não havia necessidade de fazer uma "intervenção ministerial" por considerar a medida "demasiadamente drást
."Marta vende caro seu apoio a Haddad.
Jogada para escanteio por Lula, mesmo com dez vezes mais intenções de voto do que Fernando Haddad, a ex-prefeita e atual senadora petista Marta Suplicy está vendendo caro o seu apoio ao colega na campanha para a prefeitura paulistana. Não vai aos eventos, não foi à despedida e não pretende ir à reunião do Conselho Político formado para alavancar a candidatura do ex-ministro. Marta quer um ministério com dinheiro ou, no mínimo, continuar na vice-presidência do Senado, que deveria abandonar por negociação feita com outro colega petista. Se não conseguir uma mala cheia de dinheiro e uma caneta poderosa, a "Martaxa" não vai amassar barro na periferia para pedir votos para Haddad. Mas não é só isso. Ela também quer algumas secretarias, em caso de vitória. Perua escaldada, Marta ainda carrega no seu derrière a marca do pé de Lula. Por isso, quer tudo acertado e assinado. Ou nada feito e não tem prefeito....a "divisão"do produto dos roubos promete....
Curtir ·
Cracolândia virou Pinheirinho. Qual a próxima ação terrorista da esquerda mentirosa?
Depois de passada a fase em que a esquerda fez até churrasco para os traficantes diferenciados da Cracolândia, veio a fase em que os companheiros se associaram a donos de favela e milícias urbanas no Pinheirinho para, da mesma forma, confrontar decisões da Justiça. As principais armas utilizadas foram a mentira, o apoio de uma "rede social" semelhante a um PCC virtual e o discurso de alguns membros do governo federal envolvidos em assassinatos. A esquerda mentirosa tentou de todas as formas um cadáver. Um morto pela polícia para poder palestinizar duas intervenções legais totalmente aprovadas pela sociedade. Resta saber qual será o próximo factóide, já que, como a Cracolândia, o Pinheirinho também vai passar. É bom ficar de olho.
Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil ficou em último lugar em um ranking internacional sobre o retorno que os cidadãos obtêm para os impostos que eles pagam. A lista considera os países que, proporcionalmente, mais arrecadam impostos. A futura pagadora de impostos nem desconfia. O brinquedo, as roupas, o lanche. Em tudo a mãe de Rafaela paga imposto. Em média, 35% da riqueza produzida no Brasil vai parar nas mãos do governo. “Está muito pequena ainda, mas ainda vai pagar muito imposto na vida”, diz a dona de casa Andrea Gan.
Não tem escolha. No mundo inteiro, os governos recolhem parte da riqueza da sociedade para financiar as obrigações do Estado, como saúde, educação e segurança. Deveria ser uma via de duas mãos, mas um estudo que acaba de ser divulgado mostra que o Brasil está entre os países em que a população tem o pior retorno. Os pesquisadores cruzaram a carga tributária dos 30 nações que proporcionalmente cobram mais impostos com o IDH, o Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas, que leva em conta expectativa de vida, educação e renda. E assim calcularam o retorno de bem-estar à sociedade.
Com carga tributária em torno de 25% do PIB e altíssimo índice de desenvolvimento, Austrália, Estados Unidos e Coreia do Sul são os países que mais devolvem o que cobram de imposto. Pelo segundo ano seguido, o Brasil ficou em último lugar, bem atrás de vizinhos como Uruguai e Argentina. Isso porque o país arrecada muito tributo, mas ocupa apenas a posição 84 no ranking de desenvolvimento. “Transporte público, hospitais, escolas, não funcionam como deveriam funcionar”, reclama uma mulher. Uma das explicações, segundo o coordenador da pesquisa, João Eloi Olenike, é que o governo tem o orçamento engessado por despesas com funcionalismo, juros da divida e previdência: “Sobra um pouco desses recursos para aplicação nesses investimentos em infraestrutura para melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro”, avalia.
O tributarista Fernando Zilveti lembra que a pobreza caiu com programas de transferência de renda, mas que ainda é preciso atacar outros problemas para o Brasil ser um país mais justo: “Significa gastar melhor, zelar para que não haja corrupção e não haja desperdício. Se você atacar o desperdício, você vai melhorar muito a qualidade do serviço público”. O Ministério da Fazenda informou que os impostos são devolvidos para a sociedade e que um reflexo disso é a redução da taxa de pobreza de 26% em 2002 para 12% em 2010. Segundo o ministério, o Índice de Desenvolvimento Humano da ONU não reflete os avanços do Brasil porque não capta as mudanças estruturais de cada país.
.Berzoini, o exterminador de velhinhos, o chefe dos aloprados, o homem da Bancoop, vai ser o Presidente da CCJ da Câmara. Vejam a que ponto chegou o Brasil. O atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal é o deputado federal petista João Paulo Cunha, o mensaleiro cuja esposa sacou R$ 50 mil em dinheiro vivo no Banco Rural para pagar a TV a cabo. Ele será substituído pelo sinistro ex-ministro da Previdência Ricardo Berzoini, também federal do PT, aquele que obrigou os velhinhos de mais de 90 anos a se apresentarem para recadastramento, que fundou a Bancoop caloteira e que comandou o Dossiê dos Aloprados...ESSA É A HERANÇA DEIXADA POR UM ESCROQUE,que exige que o povo brasileiro seja, analfabeto na educação,na saúde,na miséria,na corrupção...ou ENEM,SUS,INSS,MINISTROS E COMPARSAS.....e paga 20,00 para cada bolsista familia não criar vergonha na cara...ESSE É O BRASIL QUE LULA REGISTROU EM CARTÓRIO..
>Para blindar Haddad, PT cancela o ENEM de abril.
A edição do ENEM ocorreria em peno início da campanha eleitoral para a cidade de São Paulo, onde Haddad é candidato. Entre a prova, correção e publicação, se estenderia por no mínimo três me...ses. Com todos os problemas que têm, o ENEM afundaria de vez as pretensões do petista de se eleger prefeito de São Paulo.
O Ministério da Educação (MEC) confirmou nesta sexta-feira que não realizará a edição de abril do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012. De acordo com nota oficial da pasta, a empresa de gestão de risco contratada concluiu que duas edições da avaliação federal no ano "sobrecarregariam as estruturas de logística do exame". Com a decisão, o Enem 2012 só será aplicado uma vez, nos dias 3 e 4 de novembro.
Na manhã da quinta-feira, após participar de um programa de rádio, o ministro Fernando Haddad já havia dado indícios de que o MEC cancelaria a aplicação do exame em abril. O motivo seria a decisão da Justiça Federal no Ceará, proferida nesta terça-feira, que determina que todos os participantes do Enem tenham acesso à correção de suas redaçãoes - uma reivindicação de muitos estudantes. A decisão, vale lembrar, é de primeira instância, e a Advocacia Geral da União (AGU) já anunciou que vai recorrer, representando o MEC.
"Não podemos colocar a máquina em fadiga. Há uma questão tecnológica a ser resolvida. É um problema novo que foi colocado e que não é tão simples assim", disse Haddad, que se despede do MEC na próxima semana, transferindo o posto a Aloizio Mercadante. "Por enquanto, teremos um por ano até que tenhamos fôlego para atender às exigências. A questão está sendo discutida e pode não haver [o exame] em abril."
No entanto, antes mesmo da decisão da Justiça Federal no Ceará, Haddad já havia colocado em xeque a realização das duas edições do Enem em 2012. No último dia 11, o ministro declarou que Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia do MEC responsável pelo Enem, enfrenta dificuldades para "dobrar o esforço da realização de uma prova de 5 milhões de pessoas".
A nova orientação do ministro contraria portaria publicada no dia 20 de maio de 2011 no Diário Oficial da União. O texto determinava a realização do Enem "pelo menos duas vezes ano ano", a partir de 2012, e definia até mesmo as datas de aplicação da avaliação federal no primeiro semestre: 28 e 29 de abril. De acordo com as declarações do ministro nesta manhã, a portaria, assinada pela presidente do Inep, Malvina Tuttman, corre sério risco de virar letra morta. (Da Veja)
>Para blindar Haddad, PT cancela o ENEM de abril.
A edição do ENEM ocorreria em peno início da campanha eleitoral para a cidade de São Paulo, onde Haddad é candidato. Entre a prova, correção e publicação, se estenderia por no mínimo três me...ses. Com todos os problemas que têm, o ENEM afundaria de vez as pretensões do petista de se eleger prefeito de São Paulo.
O Ministério da Educação (MEC) confirmou nesta sexta-feira que não realizará a edição de abril do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012. De acordo com nota oficial da pasta, a empresa de gestão de risco contratada concluiu que duas edições da avaliação federal no ano "sobrecarregariam as estruturas de logística do exame". Com a decisão, o Enem 2012 só será aplicado uma vez, nos dias 3 e 4 de novembro.
Na manhã da quinta-feira, após participar de um programa de rádio, o ministro Fernando Haddad já havia dado indícios de que o MEC cancelaria a aplicação do exame em abril. O motivo seria a decisão da Justiça Federal no Ceará, proferida nesta terça-feira, que determina que todos os participantes do Enem tenham acesso à correção de suas redaçãoes - uma reivindicação de muitos estudantes. A decisão, vale lembrar, é de primeira instância, e a Advocacia Geral da União (AGU) já anunciou que vai recorrer, representando o MEC.
"Não podemos colocar a máquina em fadiga. Há uma questão tecnológica a ser resolvida. É um problema novo que foi colocado e que não é tão simples assim", disse Haddad, que se despede do MEC na próxima semana, transferindo o posto a Aloizio Mercadante. "Por enquanto, teremos um por ano até que tenhamos fôlego para atender às exigências. A questão está sendo discutida e pode não haver [o exame] em abril."
No entanto, antes mesmo da decisão da Justiça Federal no Ceará, Haddad já havia colocado em xeque a realização das duas edições do Enem em 2012. No último dia 11, o ministro declarou que Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia do MEC responsável pelo Enem, enfrenta dificuldades para "dobrar o esforço da realização de uma prova de 5 milhões de pessoas".
A nova orientação do ministro contraria portaria publicada no dia 20 de maio de 2011 no Diário Oficial da União. O texto determinava a realização do Enem "pelo menos duas vezes ano ano", a partir de 2012, e definia até mesmo as datas de aplicação da avaliação federal no primeiro semestre: 28 e 29 de abril. De acordo com as declarações do ministro nesta manhã, a portaria, assinada pela presidente do Inep, Malvina Tuttman, corre sério risco de virar letra morta. (Da Veja)
A obra de transposição do Rio São Francisco, principal projeto tocado pelo Ministério da Integração Nacional, é alvo de pelo menos dez investigações do Ministério Público Federal (MPF). A maior parte dos inquéritos concentra-se em Pernambuco, Estado do ministro Fernando Bezerra Coelho. Três investigações foram abertas na gestão do ministro. A Procuradoria da República em Pernambuco apura indícios de superfaturamento no Eixo Leste e de descontrole no pagamento de aditivos na gestão de Bezerra. Entre os contratos suspeitos estão o 34/2008, que será retomado na primeira quinzena de fevereiro, e o 29/2008. O primeiro teve reajuste de 14,6% do valor inicial, que passou de R$ 235,5 milhões para R$ 269,9 milhões. O aumento contratual do segundo foi de 21% (de R$ 250,9 milhões para R$ 303,6 milhões).
Outro fato que está sendo apurado é que as medições dos serviços executados estavam sendo feitas pelas empresas construtoras e não pelas supervisoras. Os problemas foram apontados por uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), realizada entre 7 de abril e 27 de maio do ano passado, e remetida ao MPF. A procuradoria solicitou ainda informações sobre uma denúncia formulada pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon). O sindicato aponta a omissão da comissão de licitação do ministério na concorrência 2/2007. A investigação está em fase de instrução e a procuradoria aguarda a manifestação final da Corte de Contas para tomar as providências judiciais, caso as irregularidades sejam confirmadas.
Os processos sobre a transposição do São Francisco estão nas mãos da ministra Ana Arraes, mãe do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. O governador é presidente do PSB, partido do ministro da Integração. Bezerra está no centro de uma crise política desde que o Estado revelou que quase 90% da verba antienchente do ministério foi destinada para Pernambuco.
Há investigações em outros Estados. No Ceará, dois procedimentos foram abertos no ano passado pelo Procurador da República Marcelo Mesquita. O primeiro apura, com base em relatório de fiscalização do TCU, aditivos feitos pelo ministério em contratos do Eixo Norte. O segundo apura a instalação de trechos do Eixão das Águas, projeto do governo estadual que irá escoar na transposição em áreas indígenas. De acordo com a Procuradoria, o estudo de impacto ambiental não considerou a existência da terra indígena Tapeba